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Mateus pensava enquanto o ônibus partia em direção a sua residência, esses momentos na janela do ônibus eram ótimos para refletir, pensava que somos nós que fazemos de menores, infratores, os sentimentos mais promíscuos são elaborados sempre pelos mais vividos, a experiência que leva ao egoísmo e até a negligência, o ciúmes, a vaidade da co-sanguinidade, na verdade um adolescente não senti muito sobre essas questões. 

Era muita gente entrelaçada e isso poderia roubar a qualidade de vida do ecólogo, o sossego, a paz, harmonia que sempre foram alcançadas até no momento da morte da irmã, naquele momento pareciam estar ameaçadas por uma família, a de Alice, talvez ele pudesse estar exagerando, mas algo dizia que não.

O biólogo chega em casa prepara uma almoço individual, toma um novo banho para relaxar, e dormi, dormiu o restante do dia. No outro dia acordou cedo, pois Ester ia aparecer em sua residência e com certeza levaria o pequeno. 

Por volta das 08:00 o interfone toca, era Ester. 

Ester

- Bom dia Mateus! 

Mateus 

- Bom dia! 

Ester 

- Que rosto amassado é esse? 

  

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