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Em um dia desses Helena pintou o portão de Lúcia de rosa e escreveu no muro que sabia que Lúcia gostava da piranha da Diana. Essa garota é usurpadora e gritava o nome da garota no meio das ruas, ela é eu, ela é eu, está com Henrique, com meu cabelo e com minhas unhas.
Os vizinhos saiam na rua para ver, pois nunca tinham visto algo tão estranho. Helena quicava no chão e dizia, eu não acredito nisso, eu não acredito nisso. E por vezes gritava que Diana estava atrás dela.
Até que foi a polícia, colocaram-a para conversar com o delegado. E ela desabafou, Diana me roubou, tirou tudo de mim, está atrás de mim, estou com medo dela, por favor prenda-a preventivamente.
O delgado ficou enrolando, porquê sabia que muitos doidos procuram a delegacia para relatarem abusos. E Helena estava visivelmente agitada, na delegacia mesmo, ela quicava, dizendo que queria o cabelo dela de volta, a pele dela, porquê Diana uma garota de 15 estava com tudo isso.
Chegou em um momento que a garota de 20 anos desceu as saias e visivelmente alterada dizia, ela é eu, ela é eu, eu não vou suportar isso, ela sendo eu por aí. O delegado ficou assustado porquê era de praxe que mulheres de 60 anos chegassem na delegacia com esse tipo de comportamento quando em insanidade mental, nunca tinha visto uma menina tão jovem assim.
Chegou um momento quela começou a se esfregar na mesa, pegando a mão do delegado e tentando acaraciá-la. O delegado chamou uma equipe de saúde para sedar a garota e encaminhá-la para uma unidade de tratamento mental.
Chegando na clínica a doutora Emanuele à atendeu. Dra Emanuele no dia seguinte à sedação chegou com um suco de laranja, café e sanduwich natural. Deixou a paciente a vontade para anotar analisar e sinttizar o que se passava para começas o melhor tratamento, psicológico e farmacológico.
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