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Ela e filho colocaram o que tinham sujado no devido lugar e foram até o local ouvir tudo que estava sendo dito. Ficou encantada com as ideias e o aparente coração do jovem doutor.

Falava sobre uma cidade verde e responsável agradável a todos os sentidos do corpo e sendo assim também da alma. Quando o discurso acabou com poucas participações de quem o ouvia por volta das 18h. Ester e o filho se deslocaram até a cabana ecológica que os abrigava. 

Então deu banho no filho, prezava muito pela autonomia do garoto, porquê isso seria muito importante quando o matriculasse em uma escolinha. Dar banho era apenas averiguar se o garoto fazia tudo certo. 

Quando já de banho tomado e com seu pijama verde, deitou-o na cama e contou uma história de um livro que estava em cima da bancada da recepção do local. O livro era sobre contos folclóricos da região, como o boto cor de rosa. 

Ester 

- "Reza a lenda que na região Amazônica, quando é época de festa junina, o boto cor de rosa sai das profundezas das águas dos rios da região, durante uma noite estrelada. Mas o que era uma cauda com barbatanas, viram pés viscosos de um ser que aos poucos se transforma na imagem de um humano. Dono de um estilo comunicativo, galã e conquistador, o boto escolhe a moça solteira mais bonita da festa e a leva para o fundo fo rio."

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