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Com cantigas e lendas, a noite foi muito engraçada e divertida. Dava para ver os olhos de alguns animais na mata, que tentavam se aproximar, mas tinham medo do fogo da fogueira. A noite então terminou e todos se recolheram. 

No segundo dia sem trilha, Ester deixou o filho dormir mais, porquê dessa forma ele teria menos chances de alguma infecção. Também pegou algumas folhas da medicina indigina que ficava disponível para os hóspedes. 

Em uma cadeira como cadeiras de praia, mas de madeiras que também ficava próximo à uma rede, ficou horas olhando para o verde e refletindo sobre tudo que aconteceu na sua vida. E também como em lapso refletiu no porquê Mateus se apatenrava tão triste, bucólico e melacólico. Será que era por causa das suas ideias ou dos livros que via ele lendo. É assim quando refletimos demais acabamos nos deprimindo. Depressão não é sobre esse excesso? Pensava ela. 

No terceiro dia sem trilhas, sentou na mesma cadeira para refletir; quando Mateus senta-se  ao lado dela em outra cadeira semelhante. Lá os dois flertam sobre assuntos diversos e o biólogo debafa sobre sentir falta e uma espécie de pressentimento ruim em relação a irmã. 

Ester 

- O que se passa? 

Mateus

- Há 10 anos não a vejo e faz 6 meses que não tenho nenhuma notícia. 

Ester

- Por que não liga? 

Mateus

- Sempre que ligo da caixa posta, uma vez ouvi um casal brigando, teria ela trocado de número? Mas se tivesse as operadoras não repassam o número tão rapidamente para outro cliente. Depois deu só fora de área. 

Ester como sempre foi positiva, disse que aquilo não devia ser nada e logo logo ele teria notícias da irmã. 

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