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Mateus sabia que precisaria de alugar barcos para aproveitar o máximo da costa norte, leste e sul por onde passaria. Algumas regiões eram florestais e outras se encontravam com rios. As formações rochosas o asfastava das observações do mundo natural e o colocava em contato com a cultura local que ficava próxima as regiões litorâneas, muitos eram inclusive muito gentis, explicando os riscos que as belezas naturais podiam esconder.
O biólogo percebeu que teria que pedir por aplicativos de viagem, para tornar a mesma possível, os carros tinham que ter encaixe de bicicleta, e ele já deixava na observação quando pedia uma viagem no aplicativo .
Ele conseguia fazer 10 km por hora com a bike na areia, muitas vezes parava para fazer registros fotográficos e escritos, para depois transformar em artigos científicos. Ele gostaria de relacionar o aspecto físico da água, as espécies vegetais e os animais com a altitude e latitude.
Seria uma espécie de biologia naturalista, relevante, e consagrada na história por cientístas como Aristóteles. Não que ele naquele momento estava desprezando todas as informações relevantes da genética moderna, mapeamento de genomas e informações bioquímicas, pois por um grupo de cientístas isso poderia ser feito pelo mesmo trajeto e com as mesmas informações longitudinais e latitudinais.
Porém o cientísta estava em uma carreira solo e sem financiamento governamental ou de instituições privadas. E tinha muito apresso pelas informações físicas e também pela observação do mundo natural, conseguindo consagrar dessa forma ótimas ideias.
Depois de um bom tempo pedalando já tinha passado 30 hoteis, pego 20 aplicativos de viagem e 30 conduções de transporte coletivo, anotava a tarifa e o nome da empresa prestadora dos serviços, todas essas informações quando bem organizadas valiam dinheiro.
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