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Doutor Mateus comprou uma casa em Salvador com a economia que tinha, queria um lugar traquilo onde pudesse passar o resto de sua vida. Àqueles lugares onde a alma descansa e a gente se acomoda.
Começou a dar aulas de ecologia em uma universidade localizada em Salvador, conseguia manter uma padrão de qualidade de vida: 8 horas de sono, caminhadas e corridas, bons restaurantes, nem sempre cozinhava.
O espírito de parcimônia sempre rondava suas aulas, por mais que tenha se preocupado em guardar algo que o mantesse seguro. Ele sempre se preocupava com o bem estar social, porquê esse sempre será o lado coodependente de toda a família e integrante da vida privada.
Pensava de que em uma família de 1 membro, o apenas eu, ou uma família de vários membros, a dependencia social na doença é uma verdade.
Não há uma família hospital, com enfermeiros, cirurgiões, médicos especialistas de todas as áreas. Sendo assim no momento da doença todos precisam de algo que não é afeto, mas é altruísta e social, é uma generalização dá boa fé, organizados em patrimônios socioculturais.
Quando em uma família não temos professores de todas as áreas, percebemos que a educação extrapola o senso afetivo e privatizado, sendo distribuída em fins da união.
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