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Pensava, pensava em ecologia urbana e a turma do professor Mateus estava com 80 alunos. De longe o seu discurso, a sua aula, era uma utopia, era sim um estígma social pleno que colocasse todos em segurança, mas que desse à todos a chance das escolhas pessoais, do afeto, da vida íntima, da afinidade. Mas em sociedade não se tinha lugar para homens, mas para espécies de deuses.
Quanto maior a responsabilidade, habilidade, inteligência, mais como deus em caráter o sujeito tinha feito por ser. Em suas aulas Mateus falava sobre áreas verdes e como elas deviam comunicar com as áreas de convivência social.
Para isso as pessoas tinham que controlar natalidade, de forma que houvesse a pretensão de se reponsabilizar pelos filhos que gerassem. Essa questão não necessariamente tem haver com as áreas verdes, mas com a paz social, e sendo assim boas decisões operacionais ou administrativas.
Mateus dizia que era preciso respeitar os espaço da natureza, mas a nossa natureza humana em ecologia urbana deveria em partes ser controlada.
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