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 O professor começa dizendo que a ecologia é uma ciência das variáveis e essas variáveis podem ser aplicadas em diferentes contextos, esses contextos são as diferentes espécies. Uma análise matemática em ecologia pode levar em conta a temperatura, a umidade, a pluviosidade. E as espécies podem ser analisadas nos seus diversos pontos fisiológicos, uma espécie pode ser parte do nicho ecológico de outra espécie, estamos falando de um conceito bem básico em ecologia, os níveis tróficos. 

De longe a matemática em ecologia é uma deturpada do cálculo I e II, do mundo das constantes, se pararmos aqui para entendermos as variáveis que nos são apresentadas, as constantes podem ser o ouro que os matemáticos e físicos deram e não colocaram seus significados para alguns cegos verem. Podemos tentar entender superficialmente o mundo das constantes, sem autistar no incrível mundo da algebra. 

Nos de fato poderemos entender sobre algo do mundo da ecologia, se uma espécie é melhor adaptável em clima seco ou úmido sem de fato entendermos a ciência priorica de uma constante de 10. De fato a ecologia é uma ciência empírica que pede emprestado priores e ademais, quando se aproxima da metafísica pode ser quase vista como pseudociência. Essa é a ecologia alunos e alunas. 

Alguns são ousados e chegam até dizer que nosso conhecimento não é verdadeiro, porquê entendemos mais do mundo das derivações. Quão ousados eles são de acharem que podem ser donos da ciência, de que podem tomar posse e negar aos demais todo o conhecimento verdadeiro a partir daquilo. Perguntem à eles sobre o mundo das derivações, dos contextos, se souberem mais do que o que sabemos sobre constantes eles têm razão. 

E as constantes prioricas que são para poucos, as constantes empíricas são agulhas no palheiro. Posso de fato fazer muitos experimentos e achar algo imutável, isso é constante, vocês conseguem entender?  

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