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Mateus pega uma condução até o trabalho refletindo sobre mudar um pouco suas aulas, pensando em planos de aula e algo que fosse mais constante. A aula que carregava nesta segunda feira no seu pendrive era sobre as curvas teóricas de crescimento de uma população. Mateus chega na sala e como sempre saudá a turma: 

- Bom dia turma!

Com a lembrança da aula passada poucos alunos respondem ao professor. Mateus abre o slide e a turma senti uma espécie de vergonha alheia com apreensão de que se o professor seria capaz de ministrar a aula daquele dia. A escola não era de forma alguma parecida com entrelaçamentos familiares, na verdade a sociedade é o averso da família em uma plataforma holística ela deve evoluir de forma a ser o teto dos desabrigados por meio de políticas públicas inclusivas e não exclusivas. 

Na mesma medida em que a família pode ser o último amparo de um antissocial ela pode nem ter sido o primeiro. E de fato tudo que caminha em um lugar nobre configurando uma elite social, reforça a importância da saúde, educação, segurança, justiça e paz. O mundo é isso, vários vetores entrando e saindo de dentro das famílias, esses vetores são as responsabilidades. De fato a doença é amparada pela família, mas as possibilidades de cura não seriam tão grandes como a presença e  importância social de um hospital na doença. E um hospital ou escola é de fato inclusivo e por isso sem afeto, porquê essas instituições são para os bons, os não tão bons e até os maus.

Mas de fato a sociedade categoriza de forma diferente as pessoas, com base na sua capacidade de serem ou não pessoas éticas, colaborativas e frequentes, diferente da família o afeto social é um pouco distante do mundo das afinidades, do bem estar, da paixão, da familiaridade.  


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